Caminhada

Existe uma porta. Existe um caminho. Mas cada um deve trilhá-lo por conta própria. A gente pode até dar um empurrãozinho. Nunca forçar. Apontar o caminho, e cada um fazer sua parte. É essa a essência do que a Monja Coen (que já tive a alegria de entrevistar algumas vezes) afirma em seu depoimento para o documentário Eu Maior – que super recomendo (tem no YouTube já).

Foi um amigo querido quem hoje me lembrou dela, que é mestra zen budista. Ele me enviou esse vídeo aí abaixo, pra eu refletir e não esquecer da importância de alguns planos de vida que tenho… Que todos nós temos, mas que por vezes a gente se questiona se faz sentido… Parte da caminhada é mesmo árdua… Tem que aceitar, entender, perceber até onde se pode ir. E também saber quando deixar algo para trás. Dependendo da situação, desistir também é ato de coragem…

Sempre gostei de conversar e de ouvir a Monja Coen. Ela inspira tranquilidade e nos ajuda a parar pra pensar e repensar atitudes e desejos. Quando acalmar mente e alma, essencial pra gente escutar nosso coração.

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