2016, parte 2 (ou comece tudo de novo)

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Lá se foram os primeiros seis meses do ano. Já é metade de 2016. E aí? Qual o seu balanço? Vai na frente do espelho e diz, com sinceridade, se você está onde e/ou é aquilo que esperava quando virou a noite de ano novo e prometeu um monte de coisas bacanas para o universo, mudanças de comportamento, se esforçar para evoluir como ser humano.

Claro, a vida é cheia de desafios e nem tudo sai como o esperado. E é bom que seja assim! Porque, na surpresa, surgem situações melhores do que esperávamos e também enfrentamos algumas tristezas momentâneas, que parecem verdadeiras rasteiras, e logo se mostram perfeitamente encaixadas no clássico pensamento “há males que vêm para bem”.

Mas se você percebeu que não realizou o que desejava, se teve que cair na real compreendendo que a única saída era desistir, se entendeu que se perdeu dos valores que acredita para tentar se encaixar, ser aceito, ser amado… não deu ruim! Porque você acordou! Ainda é tempo! Foi experiência para aprender a separar joio do trigo. 2016 está aí, te dando mais seis meses novinhos de presente!

Ainda é tempo de investir naqueles projetos pessoais e profissionais que falam alto ao coração; de fazer um curso que te faça evoluir; de fechar aquela viagem de sonhos; de se livrar de gente que te coloca pra baixo, maltrata e engana; de começar novas amizades; de aprender com os erros e dar adeus a histórias que tiveram seu valor, mas acabaram se mostrando equivocadas.

Eu sei. Nem sempre o primeiro passo é fácil. Largar empregos que tragam infelicidade, zero realização, por exemplo. Obviamente, todo mundo precisa pagar conta. Mas é sempre tempo de buscar outras oportunidades – não deixa esse papo de crise te segurar! De, de repente, mudar o estilo de vida pra aceitar ganhar menos mas vivendo com qualidade e equilíbrio emocional. De estudar possibilidades de empreendedorismo. Ou, talvez, mesmo aprender a enxergar as vantagens do atual trabalho, lidar com os problemas de forma serena e abstrair aquilo/aqueles que não fazem a menor diferença de fato pra você.

Vale também para relações pessoais. Amorosas, familiares, de amizade. Vai que dá tempo de retomar laços que verdadeiramente são importantes. Vai que dá tempo de desatar de vez nós que você acreditava serem laços. Só não se deixe “quebrar”. Não deixe ninguém fazer com você aquilo que você não quer. E que não merece!! Não deixe ninguém se aproveitar da sua doçura, dos seus bons sentimentos, das suas boas intenções. Não permite se ver sendo usado só quando é vantagem pra alguém. Não dê a ninguém a chance de te desrespeitar usando loucuras e erros pessoais para te atacar. Tem muita culpa no cartório aí, pode acreditar.

Comece tudo de novo. E vai ser bonito se você compreende a importância da integridade, da bondade, da verdade, do amor sincero, da gratidão. De saber aproveitar as chances que um dia o destino dá para recomeçar. Já se você não soube valorizar tais chances, se optou por mergulhar no pior, na vaidade e na crença da impunidade… os próximos tempos serão colheita, mas das lições do que não se quis aprender.

Crédito da imagem: Flávio Wetten

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