Prosperidade vem de não enxergar só a gente

Faça o bem. Porque quando se ajuda alguém o ajudado é você. Essa verdade aí está no poema que o artista Bráulio Bessa, cearense que encanta com a literatura de cordel, declamou no programa da Fátima Bernardes na semana passada (olha que linda a mensagem toda no vídeo no fim do texto).

Nos últimos dias, antes do Natal, pensei muito justamente sobre esse assunto. De como as coisas voltam pra gente quando a gente constrói pontes, não muros, nas nossas relações, na maneira como existimos na sociedade. Pra mim, tem três palavrinhas que se completam e são o melhor exemplo de como fazer para que aquilo que volta seja coisa boa: gratidão, gentileza, generosidade.

Mais do que uma hashtag da moda na foto do pôr do sol, gratidão é reconhecer quando alguém estendeu a mão a você. Quando disse que estaria ao seu lado para o que der e vier. Que te ouviu e, junto, pensou em saídas, avaliou situações. É dizer “muito obrigada” para quem não concordou, mas compreendeu suas razões, e seguiu com você. É oferecer o que tem no momento, por mais simples que seja, mesmo que um abraço apertado. Mas que demonstre que não, você não esqueceu o que fizeram por você. Olha, é até primeiro conhecer toda uma história antes de julgar, sem só comprar a ideia que lhe convém. Já parou pra pensar que um benefício ou algo que você tem hoje só foi possível porque alguém que veio antes construiu? Pois é… Agradecer (muito!) quem tornou, por exemplo, um patrimônio ou uma vida confortável possível é pra entrar na listinha de metas de 2018, heim?!

A gratidão também vem na forma de gentileza. Aquela atenção delicada numa conversa, num telefonema, mensagem que deseja o melhor sempre. De um gesto bonito, nem que seja o de bom dia dado com sorriso no rosto. Um afago. Um compromisso honrado. E gratidão, um dia, precisa aprender a virar generosidade. Assim que possível. Não quando for perfeita porque esse dia pode demorar ou nunca chegar. Não necessariamente pra ser algo material. Nada caro. Mas com valor. Para ser retribuição, a que faz a roda das coisas boas girar. Voltar.

Sabe o que acontece, então, quando ela volta? Prosperidade. Aquela que todo mundo passa o ano correndo atrás, especialmente quando se pensa em dinheiro. O que parte considerável das pessoas não entende é que prosperidade não significa a conta transbordando pela Mega da Virada. Prosperidade é criar o retorno. Criar o reconhecimento quando ajuda. Não é esperar o em troca de. Inclusive porque talvez não venha. A equação gratidão + gentileza + generosidade = prosperidade ainda precisa ser aprendida por tanta gente… É só que quanto mais corações são tocados por afeto, mais gira a roda pra melhor. Pra te indicar para um trabalho, por exemplo. Ou o seu trabalho. Ou quem interfira positivamente no seu caminho. Ou te apresente para novas pessoas que se tornarão seus novos amigos. Talvez um amor?

Prosperidade, no fim, não depende em nada dos votos que nos fazem quando mais um novo ano chegar. Menos ainda de simpatias. Depende de como nos posicionamos diante da vida. Prosperidade vem de não enxergar só a gente.

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2016, parte 2 (ou comece tudo de novo)

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Lá se foram os primeiros seis meses do ano. Já é metade de 2016. E aí? Qual o seu balanço? Vai na frente do espelho e diz, com sinceridade, se você está onde e/ou é aquilo que esperava quando virou a noite de ano novo e prometeu um monte de coisas bacanas para o universo, mudanças de comportamento, se esforçar para evoluir como ser humano.

Claro, a vida é cheia de desafios e nem tudo sai como o esperado. E é bom que seja assim! Porque, na surpresa, surgem situações melhores do que esperávamos e também enfrentamos algumas tristezas momentâneas, que parecem verdadeiras rasteiras, e logo se mostram perfeitamente encaixadas no clássico pensamento “há males que vêm para bem”.

Mas se você percebeu que não realizou o que desejava, se teve que cair na real compreendendo que a única saída era desistir, se entendeu que se perdeu dos valores que acredita para tentar se encaixar, ser aceito, ser amado… não deu ruim! Porque você acordou! Ainda é tempo! Foi experiência para aprender a separar joio do trigo. 2016 está aí, te dando mais seis meses novinhos de presente!

Ainda é tempo de investir naqueles projetos pessoais e profissionais que falam alto ao coração; de fazer um curso que te faça evoluir; de fechar aquela viagem de sonhos; de se livrar de gente que te coloca pra baixo, maltrata e engana; de começar novas amizades; de aprender com os erros e dar adeus a histórias que tiveram seu valor, mas acabaram se mostrando equivocadas.

Eu sei. Nem sempre o primeiro passo é fácil. Largar empregos que tragam infelicidade, zero realização, por exemplo. Obviamente, todo mundo precisa pagar conta. Mas é sempre tempo de buscar outras oportunidades – não deixa esse papo de crise te segurar! De, de repente, mudar o estilo de vida pra aceitar ganhar menos mas vivendo com qualidade e equilíbrio emocional. De estudar possibilidades de empreendedorismo. Ou, talvez, mesmo aprender a enxergar as vantagens do atual trabalho, lidar com os problemas de forma serena e abstrair aquilo/aqueles que não fazem a menor diferença de fato pra você.

Vale também para relações pessoais. Amorosas, familiares, de amizade. Vai que dá tempo de retomar laços que verdadeiramente são importantes. Vai que dá tempo de desatar de vez nós que você acreditava serem laços. Só não se deixe “quebrar”. Não deixe ninguém fazer com você aquilo que você não quer. E que não merece!! Não deixe ninguém se aproveitar da sua doçura, dos seus bons sentimentos, das suas boas intenções. Não permite se ver sendo usado só quando é vantagem pra alguém. Não dê a ninguém a chance de te desrespeitar usando loucuras e erros pessoais para te atacar. Tem muita culpa no cartório aí, pode acreditar.

Comece tudo de novo. E vai ser bonito se você compreende a importância da integridade, da bondade, da verdade, do amor sincero, da gratidão. De saber aproveitar as chances que um dia o destino dá para recomeçar. Já se você não soube valorizar tais chances, se optou por mergulhar no pior, na vaidade e na crença da impunidade… os próximos tempos serão colheita, mas das lições do que não se quis aprender.

Crédito da imagem: Flávio Wetten

Com os olhos da alma

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Minhas mãos seguravam o topo do chapéu de aba vermelho. Foi a manhã que mais ventou. E era a última de dias bonitos na bela Maragogi, em Alagoas. 30 de dezembro. Com o biquíni azul, meu preferido e mais velhinho (certeza que será o último verão dele…), caminhei pela praia até chegar no encontro do mar e do rio. As águas brilhavam com o sol batendo ali. Eu admirava aquele instante perfeito em pé no banco de areia que se formou. Não tirei foto. Guardei a imagem com os olhos da alma.

Olhar com a alma é sentir de verdade. É processar nossas verdades. É lembrar o que a gente quer de verdade. Em tempos em que olhamos tanto, tanta coisa ao nosso redor, e enxergamos com o coração tão pouco, que privilégio foi parar por longos minutos nas águas do rio e do mar no meu tornozelo, me dando a chance de pensar, repensar, reconsiderar. De agradecer, até pelos desafios e decepções que ensinam muito e mostram para onde rumar. De evocar desejos, sonhos e conquistas esperadas para o novo que logo iria chegar.

Quando a gente olha com a alma, somos capazes de sermos gratos e felizes com a realidade que só consideramos dura. Entendemos as pequenas alegrias como grandes. As pequenas vitórias como enormes troféus. Paramos de nos preocupar em achar que nunca tá bom. Nem o trabalho que temos, nem o curso que fazemos, nem a pessoa com quem nos casamos, nem a roupa que compramos, nem o destino de viagem escolhido, e assim vai. Sempre pra baixo.

Os olhos da alma ensinam que você é especial, não precisa se comparar com ninguém, não precisa entrar no jogo de ninguém pra se sentir aprovado e/ou querido. Quem é capaz de enxergar além das aparências, do status, das ilusões, das exigências de perfeições é tão mais pleno.

Nesse 2016 espero, sim, que você transforme tudo aquilo que não mais te faz feliz. Que você seja capaz de desapegar do que não serve mais, abra portas, amplie horizontes. Que busque o que te energiza, e não o que desvitaliza. Mas também tenha a sabedoria de conservar com doçura os presentes que a vida já te deu – e que na cegueira cotidiana de quem nunca se vê satisfeito com nada, é incapaz de valorizar.

Enxergue de verdade, com os olhos da alma. E então, seus dias vão se transformar.

Sucesso e status, os enganadores

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Nos últimos seis meses, graças ao trabalho, tenho o privilégio de acompanhar de perto as ideias e valores de um dos maiores empresários do país. Cara direito, filho de um imigrante português, transformou a empresa fundada pelo pai em uma das maiores companhias brasileiras – e ainda daquelas que se preocupa de verdade com a equipe. Entre as frases que costumo ouvir dele quando concede entrevistas há uma que é aprendizado pra colar na parede do quarto, ler todo dia, lembrar a vida inteira: “Quando você começa a acreditar no sucesso é porque começou a fracassar.”

Significa que a chegada do sucesso leva a enganos como a certeza de ter vencido e poder relaxar; a soberba de se achar bom demais e poder esnobar; a tolice de focar na ganância e, de repente, atropelar aspectos essenciais da existência. Passar por cima. Aí, começa a queda livre. Vai ladeira abaixo. Perde-se a confiança de chefes e subordinados, torna-se o arrogante da família, o contador de vantagem na roda de amigos.

Manter complexo de vira-lata? De jeito nenhum! Não ter orgulho de si mesmo? Jamais! Pelo contrário. Autoestima é fundamental. Mas é não acreditar que o topo é eterno. Quanto mais alto, maior o tombo, diz um ditado por aí. Então, não se deve almejar chegar mais longe? Também não é disso que eu tô falando.

Mire alto, sim, suas flechas. Sem esquecer, porém, que a vida é feita de ciclos, de perdas e ganhos, altos e baixos. E que a gente nunca deve esquecer de onde veio, quem nos ajudou, quem acreditou em nós. Que quando tudo parecia difícil, alguém foi lá e nos estendeu a mão. Pra recomeçar. Pra tentar de novo. Com orgulho sim da própria história, mas com humildade, gratidão e empatia para se colocar no lugar de quem nos cerca; ajudar como um dia se foi ajudado.

Diretamente ligado à ideia de sucesso está mais um enganador: o status. Andam juntos, mãos dadas. Acho esse aí até pior. Porque tem quem queira manter as aparências, o status, sem nem ter de fato construído algo que possa ser visto como um sucesso. É vazio. É mesquinho.

Sei de gente que na hora que o marido perdeu o cargo de diretor, caiu fora do casamento. A mesada começou a minguar, sabe. Tem quem abandonou a namorada na hora que ela foi demitida do cargo de editora de revista de lifestyle porque era importante para o fulano ter ao lado uma mulher de “sucesso” como ele, empresário. Dava status, afinal. Ela se reergueu ao mesmo tempo que a empresa dele pediu falência. A moça arrumou um cara realmente legal e que lhe dá valor. E a mãe que pouco se importava com as queixas da filha de que o noivo a traía? “Bobagem, minha filha. Ele é um partidão, te dá uma vida confortável e segura”, dizia a tola senhora, enterrando o destino da própria filha. Tudo pelo status. Alguns exemplos. Infelizmente, corriqueiros demais.

E as selfies, minha gente? Todo mundo já tirou uma, claro. Eu até entendo selfie numa viagem que se faz sozinho, por exemplo. Mas pra dar bom dia em rede social, fazendo bico e caprichando no filtro pra passar a imagem da “perfeição”, essa obviamente inalcançável? Estamos indo longe demais na busca de um status que só enche os olhos dos outros e rapidamente esvazia nossos corações. Não é verdadeiro. Não preenche a alma. Causa inveja, uau! E depois? Depois, nada. Depois, volta-se para as angústias, as eternas insatisfações de quem não constrói trajetórias sólidas com trabalho e estudo, relações consistentes e confiáveis, projetos que fazem a diferença na sociedade.

Depois que os enganadores sucesso e status mostram a grande ilusão que são, o castelo de cartas desmorona. E não adianta levantá-lo de novo. Os alicerces são frágeis demais.

Um agradecimento por dia

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A gente tem mania de pedir. Seja pra força do universo que se acreditar. No meu caso, chamo de Deus (que é em quem eu acredito). Principalmente nas horas de apuro, perturbo Deus a valer. Peço pra me tirar do perrengue que me meti, pra me mostrar o melhor caminho que talvez eu não esteja enxergando, pra compreender algumas dores que me vi obrigada a passar, pra atender meu desejo mais acalentado (e muitas vezes nem paro pra pensar se realmente o que tanto quero é o melhor pra mim).

Eu também agradeço. E acredito mesmo que tenho muito para agradecer. Entre altos e baixos, no balanço geral, tenho uma vida incrível, cercada de pessoas que me amam, recheada de oportunidades, marcada por momentos extremamente especiais, alegrias, realizações e (por que não?) derrotas que me tornaram alguém mais interessante, que me ensinaram demais. Uma vida da qual eu consigo me orgulhar. Não tô passando por aqui, digamos, neutra. Serei uma velhinha cheia de experiências bonitas para compartilhar.

Mas esses dias conheci o blog “Um Agradecimento Por Dia”, da psicóloga Deborah Dubner. Ela conta ali como chegou à conclusão de que deveria fazer pelo menos um agradecimento por dia ao invés de só pedir. Me dei conta do quanto tenho agradecido menos do que eu deveria. Tem horas que as coisas estão tensas de fato e a gente só quer solução. O ato de fazer aquela listinha de motivos por agradecer, porém, espanta angústias e nos ajuda a reconhecer o que tem valor no nosso dia a dia.

Confesso, continuo pedindo. Menos pra mim e mais para quem é importante na minha vida: meus pais, meu namorado, minha família, meus amigos queridos. O bom de pedir por eles é que ao mesmo tempo logo agradeço por serem parte de mim. E depois da felicidade de perceber que eles estão comigo, começo a agradecer as miudezas do cotidiano. Miudezas grandiosas e essenciais.
Agradecer traz paz para o coração, ajuda a suportar os desafios, a relembrar quem a gente é e o que já construiu. Permite seguir em frente mais otimista e com a certeza de que ainda é possível viver muitas experiências dignas de gratidão eterna.

P.S.: E a vocês que acompanham o blog e me fazem companhia, muito obrigada sempre. ❤ 🙂 ❤

O poder da gratidão

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Toda virada de ano a gente faz um monte de pedido para os próximos 365 dias, que chegam novinhos, indicando muitas chances de recomeço. É saúde, amor, paz, dinheiro, sucesso, felicidade. E dá-lhe pular sete ondas, comer lentilha, uva, romã, acender velas, jogar flores no mar, guardar uma folhinha de louro na carteira, sem esquecer de usar roupa e lingerie na cor do que você mais almeja para os 12 meses seguintes. Dessa vez, entrarei 2013 de blusa de paetê azul pra garantir a saúde. Shorts ou saia branca pra garantir a paz de espírito. A calcinha ainda tô na dúvida entre rosa (amor) e amarela (prosperidade). De repente, até uso uma por cima da outra!

Mas não é pra falar da minha roupa íntima e de festa que estamos aqui… O que eu queria sugerir é que, nesse Réveillon, a gente faça diferente. Ao invés de pedirmos crescimento profissional, casamento, o grande amor da vida, a compra de um carro, de uma casa, entre outras coisas, será que não conseguimos apenas agradecer tudo o que recebemos?

Vocês já devem ter percebido em alguns dos meus posts que 2012 não foi um ano fácil pra mim. E também pra muitos queridos meus. Eu teria uma lista interminável de pedidos. Mas resolvi que no último minuto do ano vou dar início às minhas orações só com agradecimentos. Inclusive, pelas horas difíceis. Porque é com elas que a gente cresce, aprende, passa a dar valor ao mais simples e ao que realmente importa na vida. É com elas que percebemos como tem sempre alguém pronto a nos estender a mão. E quem são as pessoas que se farão presentes no seu melhor e no seu pior, seja pessoalmente ou virtualmente, seja literalmente ao seu lado ou à distância imposta pela residência em outro país, outra cidade.

Sempre acreditei na gratidão como uma das maiores virtudes do ser humano. Num mundo cheio de nariz em pé, de gente achando que os outros têm obrigação de fazer tudo o que eles querem, observar gestos de gratidão parece raro. Mas existe. O duro é que temos o mau hábito de esperar o pior acontecer pra precisar de ajuda e, só aí, agradecer aqueles que vieram ao nosso socorro. E não pode ser assim.

É importante criar um mantra interno e positivo dentro de nós mesmos. Que tal, em 2013, acordar todos os dias e agradecer por tudo o que tem? Não é nem uma questão de religião. Você pode, apenas, recordar diariamente sua lista de conquistas, alegrias, confortos, pessoas essenciais. Dá a maior renovada. Experimenta. Ao mesmo tempo, nunca deixe de dizer “obrigada”. Como eu disse, passei por bastante dificuldade nos últimos meses. Mas numa proporção até maior, falei “obrigada” pra tanta gente…

E essa corrente de força que as pessoas fizeram por mim foi tão poderosa que eu quis ir além no agradecimento. Aí, resolvi mandar 47 cartões de Feliz 2013 pelo Correio. Nada de e-mail. Tudo à moda antiga. Cartão, mensagem escrita à mão, envelope com cep… Ao pedir o endereço de cada um e explicando o propósito, recebi de volta uma enxurrada de carinho, surpresa, emoção, alegria… Tudo porque, com uma atitude bem simples, que até deixamos de lado com a tecnologia, consegui transmitir meu agradecimento de uma maneira especial.

Minha prima teve um gesto parecido e muito lindo nesse Natal. Com grana curta, mas amor de sobra, ela fez questão de dar um cartão bem bonito para cada tio e primo. Ano passado, ela perdeu a mãe e enfrentou grandes desafios morando em Londres. Desde julho, veio batalhar a vida em São Paulo e, claro, tá indo super bem porque quem é do bem tem retorno bacana. Para seguir em frente, contou com a ajuda da família e dos amigos em diferentes momentos. Encontrou em delicados, divertidos e coloridos cartões natalinos o meio de dizer “obrigada pela ajuda quando mais precisei”.

Então, pessoal, vamos virar o ano e chegar no novo agradecendo. Vamos criar um ciclo virtuoso ajudando quem precisa ser ajudando e reconhecendo a importância de quem nos ajudou. Eu acredito até que, assim, teremos menos pra pedir. Simplesmente porque aquilo de bom que merecemos virá naturalmente. Vou aproveitar e deixar aqui meu “muito obrigada”. Afinal, uma das coisas que tenho a agradecer esse ano é pela coragem de criar o blog. E ele só existe e tá dando certo graças a vocês. Valeu, gente!

Crédito da imagem: Gianfranco Meloni (Cultura Inquieta)